No ciclo que se fecha
sentenciamos em cinzas
toda ineficiência dos nossos
planos;
a nossa insuficiência em
findar traços de carências;
a alimentação das sandices
em falsas perspectivas...
Nos afastamos da satisfação
em todos os abraços que não
foram dados;
nos testemunhos falsos que
construíram silêncios;
nas efervescências coléricas
em desrespeito
ao que é o do outro
e pelo mínimo de zelo a tudo
que permanece...
Os dias vindouros ainda
oferecerão refúgios...
também permanecerão abertas
todas as portas da ilusão
aos que desejarem a fuga.
Continuemos a nossa
caminhada com o livre arbítrio que temos,
seja com árduas verdades ou
nas regalias do superficial
mas a verdade é que, em
qualquer parte do trecho, desbotaremos
e, talvez, nos arrependamos
por ver que esse tempo finda.

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